Foi-se. Tornou-se. Como uma fênix sentiu um tremor em suas costas. E desvaneceu-se, entregou-se.
Ressurgindo a um tempo num pico eufórico rendida por frêmitos de prazer... prazer, prazer, prazer...
Até que a um momento resultou-se em calmaria, descanso, paciência. Na adrenalina lançada a fundo dentro de si, que percorreu parte por parte, achou o que a fez calar. E calou-se.
Deixando o corpo dançar a melodia de gritos trazidos por uma respiração arritmica e vazia.
Apelos sentidos por um olhar e mãos em mãos invasoras e quentes. A um instante do que antes estava calma fez-se volúpia - misto de entrega e euforia.
Confiança dando saltos e mãos - invasoras e quentes. Aahh... quentes e queimando etapas. Pulando barreiras e dizendo sou seu.
Sua sem propriedade, apenas posse, entrega, momento, euforia, calor...
Sua sem medo, sem pensar, sem dizer, sem calar.
EUFORIA
s. f., estado de espírito de satisfação e alegria fora do normal; alegria intensa e expansiva; bem-estar, tranquilidade, calma, produzidos por boa saúde ou por estupefacientes; exaltação; entusiasmo.

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