Algo que eu queria ter escrito [13]
Catedral - 15° Andar
Carica-prateado
(...)
Do que era a magia
Toda a culpa descobri
Meus desejos bem guardados
São importantes para mim.
Sei que a chuva, vai lavar
E o meu rosto vai brilhar
Estou no décimo-quinto andar
Não tenho medo de me entregar.
Na rotina, o dia-a-dia
do cotidiano enfim
Ser apenas, ser humano
Pela via expressa, meu calor.
A beleza infinita
Que o coração extraviou
onde os olhos não enxergam
Pois não tem a pressa do amor.
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