Ao raiar do sol
de novo ela subiu aos céus
deixando para trás suas cinzas
num vôo leve e renovador
Sobe, Fênix!
Rume até o sol e projete
sua sombra cheia de luz
nos vivos campos e matas
Dando paz e alegria
para as coisas daqui, da terra
para as suas cinzas gélidas
Agora que conheces a escuridão
Vanglorie-se da sua luz
que irradia, fortalece,
concorre, humilha o astro-rei
em nascer e re-nascer.
06/06/07
De novo lançando mão da "licença poética"

1 comment:
eu sempre passo aqui alguma vezes antes de comentar. algo que não se explica.
pois bem, lançar mão de licença poética e dispensar licença poetica?
ah! tem coisa nova no meu blog =X
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